17/10/2018

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17/10/2018

A passagem dos escravos pelo Sítio da Ressaca

Publicado em 02/05/2018

A casa construída em estilo bandeirista pode ter sido sede de refúgio para escravos que passavam pelo local que lutavam para escapar da escravidão que ocorria na época.

 

 

A casa construída em estilo bandeirista pode ter sido sede de refúgio para escravos que passavam pelo local que lutavam para escapar da escravidão que ocorria na época. Além disso, mesmo com estudos não conclusivos, a casa de Taipa e Pilão pode ter abrigado Vagário Albernaz, um homem branco que liderou um grupo de escravos durante aqueles tempos.

 A casa que fica num lugar discreto no distrito de Jabaquara, que as vezes passa até despercebido pelas pessoas que passam aos arredores da área, mas tem um grande papel para a população desta região, pois acarreta muitas histórias de pessoas que viveram e passaram por lá durante seus 299 anos desde sua construção em 1719.

No mesmo local da casa Sítio da Ressaca, tem integração com o Centro Cultural de Jabaquara e abriga o Acervo de Memória Afro-Braileiro que se compõe de objetos relacionados a presença dos negros na cidade de São Paulo.

O Centro Cultural do Jabaquara foi construído no início da década de 1980, dividindo a mesma área que foi fundada a casa do Sítio da Ressaca, uma das últimas construções bandeirista em São Paulo. O centro resgata temáticas sobre a cultura afro-brasileira. O espaço conta com diversas atividades culturais, artísticas, recreativas. A biblioteca pública Paulo Duarte, também fica no mesmo ambiente, conta com um amplo acervo histórico sobre a cultura afro-brasileira.

Continue acompanhando mais histórias do Sítio da Ressaca na próxima edição.

 

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