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16/11/2018

Anos de histórias por ralo abaixo

Publicado em 05/09/2018

A Casa Sítio da Ressaca como tantos outros museus no país passam por deterioração, ou seja, os órgãos responsáveis pela preservação do patrimônio histórico esquecem que com um tempo esses e

 

 

A Casa Sítio da Ressaca como tantos outros museus no país passam por deterioração, ou seja, os órgãos responsáveis pela preservação do patrimônio histórico esquecem que com um tempo esses edifícios precisam de reparos. É o que acontece com a Casa Sítio da Ressaca, construída em 1719 segundo inscrições datadas na porta principal do domicílio. Com a falta de investimentos nestes departamentos, eles ficam a disposição da natureza, onde fenômenos naturais podem acontecer como incêndios ou até mesmo o edifício vir abaixo.

Neste domingo (02), o Museu Nacional de grande valor histórico para o Brasil pega fogo na Quinta da Boa Vista, em São Cristóvão, Zona Norte do Rio de Janeiro. As instalações tinham completado 200 anos em 2018 e foi moradia para um rei e dois imperadores.

O museu abrigava cerca de 20 milhões de itens entre eles fósseis, múmias, registros históricos e obras de arte que viraram pó no incêndio que começou por volta das 19h30 deste domingo e só foi parcialmente controlado no fim da madrugada da segunda-feira  (3).

Com este desastre no Rio de Janeiro, fez com que muitas pessoas se lembrassem do Museu do Ipiranga na capital paulista que conta a história da Independência do Brasil, fechado em 2013 para restaurações depois que foram constatados problemas em sua estrutura e deve ser reaberto ao público em 2022.

Ainda em São Paulo, outro museu de apreço muito grande aos paulistanos também foi tomado pelas chamas em 2015. Inaugurado oficialmente no dia 20 de março de 2006, o Museu da Língua Portuguesa abriu suas portas ao público no dia 21 de março daquele ano. Em seus três primeiros anos de funcionamento mais de 1,6 milhão de pessoas já visitaram o espaço, consolidando-o como um dos museus mais visitados do Brasil e da América do Sul.

 

A Casa do Sítio da Ressaca, não fica atrás da força da natureza e também passa por “transformações” como rachaduras em seus interiores e entre outros, necessitando de atenção dos órgãos responsáveis pela conservação dos tombamentos para que como o Museu Nacional nada se perca com os desastres da natureza.

 

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