15/08/2018

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15/08/2018

O tombamento da Casa Sítio da Ressaca

Publicado em 04/07/2018

A Casa do Sítio da Ressaca é uma das poucas construções de estilo bandeiristas que prevalecem com suas estruturas erguidas nos dias atuais. Mesmo com algumas modificações que se deu por conta do

 

A Casa do Sítio da Ressaca é uma das poucas construções de estilo bandeiristas que prevalecem com suas estruturas erguidas nos dias atuais. Mesmo com algumas modificações que se deu por conta do longo período da casa, os elementos característicos da arquitetura colonial paulista está presente no Sítio da Ressaca.

Construída em 1719, a casa só teve seu reconhecimento no século XX, por causa de trabalhos empregados por figuras que marcaram a época, como um dos maiores pioneiros da poesia moderna brasileira, Mário de Andrade e seu assistente Luis Saia.

Mario foi diretor do IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional), entre os anos de 1937 a 1939, durante este período, Mario privilegiou o tombamento dos edifícios anteriores ao período colonial. O escritor também foi o responsável por separar os documentos do Sítio da Ressaca para que o IPHAN, reconhecesse o valor histórico da construção da casa bandeirista.

Já em 1939, Luis Saia, o assistente de Mário se tornou o diretor do IPHAN, no qual assumiu a direção até o ano de 1975.  Durante esse período, Saia entrou em processo no Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico de São Paulo (CONDEPHAAT), para que o Sítio da Ressaca fosse tombado. Com isso, em 1972 a casa foi tombada. Para mais histórias sobre a casa Sítio da Ressaca, acompanhe a próxima edição deste jornal.

 

 

 

 

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