26/05/2019

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26/05/2019

Uma viagem lúdica ao espetáculo "UM"

Publicado em 21/12/2018

Um mergulho aos questionamentos do ser ou não ser.

Um mergulho aos questionamentos do ser ou não ser. Estar ou não, vivendo com maturidade ou lucidez,  a gostosa sensação da solidão. Viver e sentir o próprio EU, em uma série de 7 cenas, em três dias de apresentações no final do mês de novembro,  sobre a narrativa de autores como Luiz Fernando Veríssimo, Dalto Trevisan e Caio Fernando de Abreu, no  Projeto Ítalo em Cena, espetáculos dos alunos do 1º semestre de Teatro do Centro Universitário Italo Brasileiro, sob orientação da professora de Técnicas de Interpretação Flávia Strongolli e coordenação de Marcia Polacchini. 

Ahh o espetáculo "UM", simplesmente intrigante e inteligente. Uma verdadeira viagem pelo mundo do EU conservador ou contemporâneo, com técnicas de interpretação de Stanislavski onde cada um dos 34 alunos em cena, através do humor ou drama, deixaram claro que, estava ali, uma equipe multifacetada de futuros bons profissionais das artes cênicas. Cada um fazendo da frase: olha a "self",  ao final de cada ato, uma gostosa viagem pelo imaginário do mais curioso espectador. 

Nossa reportagem  foi ver o espetáculo  com duração de 70 minutos, no dia 27 de novembro à noite e entrevistou um de seus integrantes; o jovem Johnny Salvi, de 23 anos que já decidiu: "serei ator ". Gostamos da determinação.
 

 De acordo com o assistido naquela noite, Johnny Salvi, será um desses bons atores. 
A peça "UM",  concebida inicialmente pela totalidade dos primeiranistas do curso de teatro e sob a direção da professora Flavia Strongolli, revelou que os alunos estão no caminho certo.  No último ato, Salvi ,  interpretou o locutor Amaro Amaral, em seu programa da era de ouro do rádio, de forma emblemática. Fiel e hilário, bem aos moldes de 1960 e 70,  o ator, deu vida a um comunicador galã, com seu terno branco e gravata borboleta, onde o destacado " cabelo topetão " e voz de tenor, eram a esperança do não ser só. O rádio cumprindo seu papel de companheiro de sonhos e esperanças, de tantas ouvintes que só tinham no veículo de comunicação, com sua programação de auditório, a possibilidade de ser feliz em companhia do imaginário de amor e felicidade. " Agora não faça nada que possa se arrepender, ouça nossa programação positiva "dona Maria" e desvende nossa charada para ganhar um " belo colchão", até o final da programação. ... Ah muito show... quantas mensagens foram transmitidas naquele belo espetáculo. Aplausos de pé ao final e parabéns a todos.
 

E cada um foi pra casa pensando...que pena que acabou... agora só no próximo semestre... Mas quem assistiu gostou.... segundo comentários e cumprimentos junto aos abraços distribuídos em cada um daqueles criativos aprendizes... ".... olha a self... "
 

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